Estamos adentrando devagar e sempre o mundo da internet.
Já temos orkut,MySpace este blog, fotoblog. Estamos experimentando as ferramentas do gafanhoto. Lembram da história do mestre ensinando pro gafanhoto? "Gafanhoto, gafanhoto, se você for coçar o saco e ver que tem duas bolas a mais, cuidado. Não é que você é um super homem não! Alguém é que está te enrabando"
Bom, o gafanhoto aqui é um site que entre outras coisas gera um tocador de música www.gafanhoto.com.br . Estamos testando eles aos pouquinhos. Vejam o que acham.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
sábado, 22 de setembro de 2007
Ernesto Varela, o repórter
O jornalista mais sério de todos os tempos de TV brasileira. E tem muita gente que duvida disso.
Mas, enfim, esse não é um país sério mesmo.
Para as crianças, um parênteses. Ernesto Varela é um personagem criado por Marcelo Tas lá pela década de 80. Ou seja, no momento em que se via o nascimento de apresentadoras louras e precursoras do É o Tchan, o fim de uma ditadura que Figueiredo fez questão de encerrar com um gesto nobre (a tal da banana indigesta) e na década que fez a gente perder Henfil, surge Ernesto Varela e seu câmera Valdeci (que foi muitas vezes feito por Fernando Meirelles) munidos de cara de pau e um terninho sem vergonha.
Uma de suas vítimas foi Paulo Maluf. Que se viu na situação embaraçosa de responder se era mesmo corrupto, ladrão. Pobre homem, vítima da sociedade...
Vocês ficam com um trecho do DVD que saiu faz alguns anos. Recomendo que assistam o DVD todo se encontrarem em alguma locadora decente. Tem cenas antológicas na Serra Pelada, na Praça da Sé em meio as Diretas Já e sem falar na perseguição a Maluf.
Este vídeo mistura alguns momentos de Varela. Traz uma bela briga com Nabi Abi Chedid. Um homem de bem e de bens. E outras figuras que conhecemos bem.
Mas, enfim, esse não é um país sério mesmo.
Para as crianças, um parênteses. Ernesto Varela é um personagem criado por Marcelo Tas lá pela década de 80. Ou seja, no momento em que se via o nascimento de apresentadoras louras e precursoras do É o Tchan, o fim de uma ditadura que Figueiredo fez questão de encerrar com um gesto nobre (a tal da banana indigesta) e na década que fez a gente perder Henfil, surge Ernesto Varela e seu câmera Valdeci (que foi muitas vezes feito por Fernando Meirelles) munidos de cara de pau e um terninho sem vergonha.
Uma de suas vítimas foi Paulo Maluf. Que se viu na situação embaraçosa de responder se era mesmo corrupto, ladrão. Pobre homem, vítima da sociedade...
Vocês ficam com um trecho do DVD que saiu faz alguns anos. Recomendo que assistam o DVD todo se encontrarem em alguma locadora decente. Tem cenas antológicas na Serra Pelada, na Praça da Sé em meio as Diretas Já e sem falar na perseguição a Maluf.
Este vídeo mistura alguns momentos de Varela. Traz uma bela briga com Nabi Abi Chedid. Um homem de bem e de bens. E outras figuras que conhecemos bem.
Nós vamos invadir a sua praia.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Diga "X"
Ivan, o nosso guitarrista que tem o demônio no corpo, por Tainá Passos ChiamarelliNo nosso fotolog http://donabandalha.nafoto.net uma pequena amostra do que foi o Dona Bandalha no Canta Encanto de Jundiaí.
E sem o Alan perneta.
One more cup of coffee before I go

Não sei dizer quando me ocorreu a idéia de escrever minhas próprias canções. Eu não tinha produzido nada para definir o modo como me sentia a respeito do mundo que se comparasse ou fosse a metada das letras de música folk que eu vinha cantando. Acho que isso acontece em etapas. Você não acorda um dia e simplesmente decide que precisa escrever canções, especialmente se você é um cantor que tem muitas delas e está aprendendo mais todos os dias. É preciso que apareçam oportunidades para que você converta algo - algo que existe em algo que ainda não existe. Esse pode ser o começo. Às vezes você quer apenas fazer as coisas do seu jeito, quer ver por si mesmo o que está por trás da cortina de névoa. Não é como se você visse canções se aproximando e as convidasse para entrar. Não é fácil assim. Você quer apenas escrever canções que sejam maiores que a vida. Quer dizer algo sobre coisas estranhas que aconteceram com você. Você tem que saber e compreender algo e depois passar para o vernáculo. A precisão arrepiante que os antigos usavam para chegar às suas canções não é pouca coisa. Às vezes você pode escutar uma canção e sua mente dar um salto pensando nas coisas. Jamais olhei para canções como "boas" ou "ruins", apenas tipos diferentes de boas.
Bob Dylan - Crônicas - Volume 1
Para ver de baixo para cima! Uma sequência histórica de fotos!
Um barbeador na mão e nenhuma idéia que preste na cabeça!
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Frase do ano
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