sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Carnaval em Sampa: parte hum


Ano passado passei o Carnaval vendo TV. No retrasado juntamos alguns Bandalhas e fomos conferir o Carnaval em Sampa. Escreveríamos uma matéria para nosso fanzine Moleque (que não saiu do número zero).Outra intenção era conferir o Carnaval todo, mas não conseguimos sair do sábado...A equipe era formada por Alan, Cláudinha (que foi nossa vocalista na época que éramos a Bandalheira) Thatoca e Alê Riviello (que tocou guitarra também nos primórdios).Vou publicar aqui na medida do possível o que rolou naquele sábado, 25 de fevereiro de 2006. O texto e de minha autoria com pitacos em negrito da Thatoca.

CARNAVAL EM SAMPA CITY
Ou “quem nunca viu o samba amanhecer, vai no Bixiga pra ver”

A missão era difícil, mas não iríamos arregar. Nos encontramos no Centro. Alê Riviello e Cláudia Cascarelli já estavam nos esperando perto do espaço Unibanco. No caminho até lá eu e Thais encontramos um resto de fantasia esquecido por alguém, um par de asas de anjos cor de rosa – um prelúdio do que iria acontecer depois. Precisávamos mesmo de asas coloridas e chamativas para a nossa empreitada. Chegamos ao local devidamente paramentados. Agora era achar o caminho das baladas. Mil idéias, mil possibilidades discutidas, decidimos descer a Augusta. Que tal Sarajevo? Achamos os vintão cobrados meio caro e decidimos continuar descendo mais um pouco. Que tal a Outs? Fechada, pelo menos àquela hora. Vamos descendo que uma hora vira. “Opa, minha irmã vai pro Bar Brahma” - lembrou Thatoca. “Que vai rolar lá? Marchinhas de carnaval?” Puxa se ao menos estivéssemos no Recife, mas aqui em Sampa começar o carnaval ouvindo Marchinhas é trash demais. Um dos poucos lances de lucidez de Alan na noite. No dia seguinte, a Laura contou que não pensou duas vezes em entrar no Bar Brahma depois de ver uma turma de tiozinhos fazendo trenzinho ao som de “ô abre alas que eu quero passar”.
Continua...

Um comentário:

Thaís disse...

Eu tremo todas as vezes que lembro desse dia...o horror, o horror.

E isso que o Alan colocou era só o começo de uma loooonga noite.